terça-feira, 12 de maio de 2015

As 10 regras de ouro para educar – Supenanny

1. Os pais são as autoridade da casa!

Você precisa assumir a autoridade da educação dos seus filhos. Deve saber o que é melhor para ele e impor isso. não permita que os pequenos a domine. 

2. Não tenha medo dos seus filhos!

As crianças podem gritar, chorar, espernear, atirar objetos. Mas você não deve se assustar diante dessas atitudes e recuar. Se tomou uma decisão, continue firme nela. A cada passo que você recua, seu filho ganha um ponto na autoridade. Se não fizer isto, quando perceber, vai ser seu filho quem mandará na casa.

3. Pais são responsáveis pela educação dos filhos!

Não é a escola ou a babá ou a igreja que vai cuidar da formação dos seus filhos. Hoje, os pais, por trabalharem fora, acham que podem terceirizar essa obrigação. Mas estão errados! Ninguém, além de vocês, têm a obrigação e o poder de formar o caráter dos seus filhos. Se eles andaram aprontando, não adianta mudar de escola. Vocês é que têm de ensinar a eles o que é certo e errado.

 4. Fale não para os filhos!

Vivemos em uma sociedade com limites. E se você não ensinar isso para o seu filho desde pequeno, ele com certeza terá problemas para conviver com os amigos, professores e até familiares. Diga “não”, por mais que ele chore, insista ou tente lhe chantagear. Afinal, ele vai ouvir muito “não” na vida e é bom já crescer acostumado.

5. Crie uma rotina para os filhos!

Defina os horários das atividades das crianças. Assim, elas terão tempo para fazer tudo. Determine a hora de dormir, de brincar, ver TV e estudar. Não é para ser maníaco com horários, mas apenas organizar o dia para que seus filhos não deixem de fazer aquilo que você considera importante para a formação deles.

6. Brinque com seus filhos!

Invista uma parte do seu tempo para brincar com as crianças. Brincar não é perder tempo, mas sim um momento precioso para conhecer e educar seus filhos. Perder, dividir e esperar são algumas das coisas que você vai poder ensinar enquanto conquista a confiança e a amizade deles.

7. Escute o que os filhos tem a dizer!

Seus filhos são de uma nova geração e muita coisa mudou. Por isso é bom escutar o que eles têm a dizer. Ouça os argumentos das crianças e tente ser flexível, entender o lado delas. Isso ajuda a criar o diálogo e a construir uma relação de confiança entre pais e filhos. Mas saiba sempre que a posição final é sua e se discorda do ponto de vista dos filhos, pode e deve impor sua palavra.

 8. Use apenas a força da voz!

Nada de bater nos filhos! Isso não educa, assusta! Aprenda a falar com força para se impor aos seus filhos. Você pode colocá-los de castigo, sim, mas não pode machucar. Mandar para o quarto, tirar algo que ele gosta de fazer, tudo bem! Punir não é errado mas, agredir, sim.

9. Não sobrecarregue as crianças!

Tudo bem que os pequenos devem começar a se preparar desde cedo para o mercado de trabalho. Mas eles não precisam ficar estressados ainda na infância. Não exagere na quantidade de cursos e atividades em que matricula seus filhos: lembre-se que brincar é muito importante para o desenvolvimento deles.


10. Dê pequenas responsabilidades aos filhos!

Para ver seu filho feliz, você não precisa poupá-lo de todos os esforços e dar tudo o que ele quiser. Ensine-o a ter um pouco de autonomia e responsabilidade desde pequeno, para entender que precisa batalhar para conquistar algo. Faça com que ele guarde os brinquedos e as roupas. E a partir dos 6 anos, dê uma pequena mesada. Assim, ele vai aprender a dar valor para as coisas.


(Just Real Mom)

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segunda-feira, 11 de maio de 2015

É verdade que chupar dedo ou chupeta deforma a boca?

Não, não é verdade que o uso de chupeta ou o hábito de chupar o dedo deformem os dentes ou a arcada dentária da criança, desde que o costume acabe quando ela tiver no máximo 4 anos. 

A necessidade de sugar é natural para o bebê, e ajuda a acalmá-lo. Por isso o uso da chupeta ou do dedo podem acabar sendo inevitáveis quando a criança é pequena. 

No entanto, é melhor convencer seu filho a abandonar a chupeta ou o hábito de chupar o dedo antes que os dentes permanentes nasçam. Aí sim os dentes da frente podem mudar de posição ou apresentar problemas de desenvolvimento. 

Se seu filho gosta de usar a chupeta ou tem o costume de chupar o dedo, faça um acompanhamento bem cuidadoso no dentista, para que ele determine se está havendo algum problema. 

Segundo o pediatra Fábio R. Picchi, do Conselho Médico do BabyCenter, a deformidade que pode aparecer na boca quando a criança é mais velha é mais evidente com a chupeta que com o polegar. 

Jamais molhe a chupeta no açúcar ou no mel para dar à criança. Isso sim faz mal para os dentes. 


(baby Center)

    sábado, 9 de maio de 2015

    Homenagem da Sandra Annenberg para o dia das mães


    9 maneiras de fazer seu bebê dormir tranquilamente

    1. Estabeleça uma rotina e a repita sempre. Isso cria um ritual que prepara o bebê para o sono.
    2. No sono da tarde, deixe entrar luz pela janela. Ele precisa perceber os horários do dia. Aos poucos vai entender que quando escurece é hora de dormir.
    3. Banho costuma acalmar a criança e embalar o sono. Faça um teste com seu filho. Se funcionar, mude a rotina da casa.
    4. Mesmo que seu filho seja bebê, coloque um pijama nele. A roupa ajuda a marcar a hora de ir para a cama.
    5. Quanto mais perto do horário do sono, mais tranquila deve ser a brincadeira da criança. E a movimentação da casa.
    6. Coloque uma tomada de luz azul no quarto. A cor acalma a criança. Música suave também ajuda.
    7. Leia um livro para ele. Mesmo que seja bem pequeno e não entenda a história. O que vale é o som e a melodia de sua voz.
    8. Deixe-o dormir sozinho. Coloque-o no berço e fique por perto. Se a criança chorar, acalme-a com a sua voz. Com o tempo, diminua o tempo de permanência no quarto.
    9. Não levante da cama a cada resmungo que ouvir na babá eletrônica. Deixe-o voltar a dormir sozinho, ou vai aprender que, sempre que chorar, terá sua atenção.

    (JustRealMom)

    É a pura realidade!


    quinta-feira, 7 de maio de 2015

    As 10 maiores surpresas da vida pós-bebê!


    1) O relacionamento do casal muda

    Antes da chegada do bebê vocês saíam bastante, faziam tudo juntos, estavam sempre namorando? Pois agora mal se falam se não for sobre o filho, vivem discutindo e a preocupação tomou conta da vida de vocês?

    Mesmo que seu filho tenha sido planejado com todo o amor do mundo, a relação do casal pode ficar afetada com a chegada dele. Segundo o psicólogo Sam Jinich, para 66% dos casais estáveis, o índice de satisfação com o relacionamento cai no primeiro ano com o bebê.

    Mas, a notícia boa é que, na grande maioria dos casais, isso volta! E o amor pode ficar maior ainda pela admiração que um terá pelo outro por serem bons pais!


    2) Cadê o tempo? Sumiu!

    Um banho demorado com direito a máscara para hidratar os cabelos??? Oi??? Quem tem tempo para isso?? Isso virou sinônimo de luxo! O período da licença maternidade passa num piscar de olhos e todas aquelas ambições de montar álbuns do nascimento e organizar os armários da casa foram por água abaixo!

    Principalmente nos primeiros meses de vida do pequeno, todo tempo é dedicado às mamadas, às trocas de fraldas e tentando acalmá-lo das cólicas! O importante é saber que ele precisa disso e depende de você para tudo!! Depois dessa fase, tente organizar uma rotina para que consiga ter tempo para você também, que é fundamental!


    3) Você muda de cara – e de corpo (tanto a mãe quanto o pai!)

    Claro que logo após o nascimento do bebê você ainda terá vestígios visíveis da gravidez. O corpo não volta a ficar magro e malhado de uma hora para outra!! Não entre em pânico! O seu corpo pode ser o que era, se você quiser! E acredite, você sentirá falta da sua barriga de grávida!

    Mas pais também mudam! Além do ganho de peso “solidário” durante a gravidez (que acontece bastante), o tempo para atividades físicas ficam menores depois que o bebê nasce.



    4) Você entra para um clube superexclusivo

    De uma hora para outra, estranhos sorriem para você e mulheres puxam papo na fila do supermercado. O chefe pergunta como anda a busca pela escolinha e você começa a conversar com os vizinhos do prédio. O bebê equivale a uma carteirinha de sócio para um clube superexclusivo, mas universal: o clube dos pais e mães.

    É uma delícia sair de casa com bebês! Parece que você está exibindo um troféu de melhor do mundo (e está!)!!!


    5) Você é mais forte do que imaginava

    Você é mais forte do que imaginava por achar que não aguentaria levantar por várias madrugadas para dar de mamar. Você é mais forte do que imaginava por achar que não daria conta de cuidar do seu filho sozinha. Pode ser na hora do parto ou em qualquer outra ocasião com algum grau de dificuldade… Mas, de repente, você se vê aguentando as pontas, mesmo que fraqueje de vez em quando.


    6) Você morde a língua e comete os “erros” que criticava

    A gente até pode ter convicções sobre como criar uma criança. Só que aí chega a nossa e a gente percebe que ela é uma pessoinha de personalidade cheia de vontades que nem sempre se encaixam nas nossas “certezas”. Não sofra por mudar de opinião!


    Aquilo que era um “erro” de repente vira a única coisa que funciona para a família e você percebe que não há muito de certo ou errado nessa história de ter filhos.


    7) Sua relação com os amigos muda

    O afastamento em relação aos amigos que não têm filhos é inevitável, mas pode pegar você de surpresa. É difícil para uma pessoa solteira ficar ouvindo papos sobre o cocô do bebê ou se ele está mamando direito e você não vai ter como escapar dessa conversa, afinal seu novo universo gira em torno disso!

    Amizades fortes e verdadeiras sobrevivem depois do afastamento inicial. Ou, como na maioria das vezes, seus amigos entram nesse mundo também e tudo volta ao normal.

    Tente manter seus amigos, arrume alguns minutos para ligar, mandar mensagens ou e-mails. Você tem um papel fundamental nisso!


    8) Tem horas que você quer ficar sozinha

    Ter um filho não significa viver num eterno comercial de margarina. Há um monte de tarefas chatas para fazer, existem as noites mal dormidas e as frustrações. Alguma hora você ficará cansada! E não há nada mais normal!!!! Não se culpe e não se sinta uma má mãe por isso!!! Estranho seria se você passasse três noites em claro e durante o dia estivesse linda, saltitante, bem humorada, simpática…


    9) Você sente o maior amor do MUNDO

    Todas as emoções adquirem um novo nível de profundidade. Tudo fica mais intenso. Assistir ao jornal que mostra problemas com crianças vira uma tortura. Ver o bebê dormir já traz lágrimas aos olhos. A saudade toma uma dimensão estranha: algumas horas longe do seu filho parecem uma semana! É um amor jamais sentido antes, nem você achava que fosse capaz de amar tanto alguém.


    10) Você tem de se afastar da criança muito antes do que imagina

    A cada nova conquista do seu filho, ele caminha para longe de você, na direção da independência. Talvez você se dê conta disso quando vir o bebê engatinhando para o outro lado da sala, sem olhar para trás. Ou quando o seu filho, com os passinhos recém-aprendidos, disparar em direção ao pipoqueiro… Ou ainda, quando a criança for maior e já não querer mais tantos abraços ou dizer “deixa que eu faço!”. Junto com o orgulho e a realização de ver seu filho crescendo, vem uma pontinha de melancolia.

    (JustRealMom)

    domingo, 3 de maio de 2015

    Tomar ou não banho de sol?

    A vitamina D, fundamental para a absorção do cálcio pelo organismo e, por consequência, para o crescimento, é obtida por meio dos alimentos, mas também indiretamente pelo sol. Funciona assim: ao penetrar na pele, os raios UVB transformam um tipo de molécula presente no organismo em uma substância chamada de pré-vitamina D. Ao passar, então, pelo fígado e rins, ela é finalmente sintetizada. Daí a tradicional recomendação para que os bebês tomem um “banho de sol” todas as manhãs (antes das 10h) a fim de evitar doenças como o raquitismo.

    Nos últimos anos, entretanto, por conta das inúmeras descobertas em relação aos malefícios causados pela exposição prolongada ao sol, o tema se tornou controverso. Segundo a dermatologista Kerstin Abagge, presidente do Departamento de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a exposição direta do bebê ao sol com a finalidade de obter vitamina D não é mais indicada. Ele pode se expor apenas indiretamente (em um passeio no parque, de carrinho, por exemplo), desde que protegido por chapéu, roupas e sombrinha. Para garantir a ingestão do nutriente, recomenda-se a suplementação de vitamina D até os 6 meses de vida, enquanto os bebês são amamentados exclusivamente no peito.



    Bebê pode ter espinhas?

    A chamada acne neonatal, bolinhas brancas e vermelhas que aparecem na pele do bebê, em geral, no primeiro mês de vida. “Elas são resultado da atividade das glândulas sebáceas do recém-nascido, que foram estimuladas pelos hormônios maternos transmitidos ao bebê durante a gestação”, explica a dermatologista Rosanna Nocito, do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim (SP). Estima-se que o problema atinja até 30% dos recém-nascidos, sendo mais frequente nas bochechas e no nariz.
    A acne que surge em adolescentes e adultos, de acordo com Rosanna, possui quatro graus de intensidade.Tem início na forma de um comedão (ou cravo, na linguagem popular), podendo ou não inflamar e se transformar em uma espinha. Em casos mais graves, a mesma pode até ocasionar um pequeno cisto. Nos bebês, entretanto, elas costumam se desenvolver somente até o segundo estágio, que consiste em pequenas lesões chamadas de pústulas. A boa notícia é que, nesse caso, regridem espontaneamente até o terceiro mês de vida, em média, sem deixar cicatrizes. “Basta higienizar a face do bebê normalmente, com água e sabonete infantil”, afirma a dermatologista. Se os pais estiverem muito ansiosos, ela também recomenda compressas com gaze e água morna sobre a acne, para amenizar a inflamação. Em último caso, o médico pode indicar também loções específicas para tratamento da acne, como aconteceu no caso de João, hoje com 3 anos. “Mas achamos melhor não passar nada e aguardar e, de fato, a pele voltou ao normal em algumas semanas”, conta Lucas. Só não vale espremer a bolinha, pois há o risco de manchar a pele ou, pior ainda, infeccioná-la com os micro-organismos presentes nas unhas.

    Pelo cordão
    A transmissão dos hormônios maternos produzidos pela placenta durante a gestação é um processo natural. “Ocorre por meio do cordão umbilical, da mesma forma que os nutrientes e o oxigênio chegam ao bebê”, afirma Paulo Nassar, ginecologista e obstetra, coordenador do centro de diagnósticos da clínica Perinatal Barra (RJ). O fenômeno é interrompido após o parto, mas os hormônios ainda permanecem no corpo da criança por algumas semanas, de acordo com o especialista. Além da acne neonatal, a ação hormonal pode causar outras reações no organismo do recém-nascido, como inchaço nas mamas e nas genitálias, excesso de pelos e até mesmo o surgimento de cistos (benignos) ovarianos – que também desaparecem sem deixar sequelas na maioria dos casos.

    Dicas para o bebê rolar pela casa com segurança

    Agora que ele já se arrasta por aí, não dá mais para deixá-lo sozinho na cama nem no trocador. Conheça alguns cuidados preventivos para que ele não se machuque:

    Reserve um lugar
    A evolução das habilidades só vem com a prática. Dessa maneira, nada mais justo do que reservar um espaço da casa, limpo e tranquilo, para que seu filho possa curtir as novas conquistas.

    Limpe tudo
    Tapetes, tomadas, objetos pontiagudos ou que possam cair com uma trombada, mesas de vidro, eventuais farpas no chão de madeira, quinas, janelas e escadas. Tome muito cuidado com tudo isso. O ideal é que o bebê tenha seu caminho livre e seguro. E atenção especial com a cozinha, que tem forno quente e chão escorregadio!

    Escolha a superfície ideal
    Muitos pais acham que a cama é o lugar ideal, mas o fato é que, por ser muito fofinha, pode dificultar a mobilidade da criança. Além disso, tem sempre o risco da queda. Por outro lado, uma superfície totalmente dura como o chão, por exemplo, não é uma boa opção, já que a criança pode desequilibrar e bater a cabeça ou machucar os joelhos e as mãos. Por isso, o mais indicado é o meio termo. Um edredom no chão ou um tapete de atividades são bem-vindos.

    Redobre a atenção
    Não deixe seu filho sozinho no trocador, por mais que você coloque almofadas para rodeá-lo. Ele pode passar por elas e sofrer uma queda. Mesmo quando estiver trocando de roupa, tente manter, pelo menos, uma de suas mãos sobre ele.

    Por que os bebês gostam de jogar tudo no chão!

    É simplesmente uma ação automática, cuja motivação ainda não foi esclarecida pelos especialistas. Ao continuar agindo assim entre 1 e 2 anos, a criança começa a explorar os objetos, a perceber que essa brincadeira tem outras consequências, inclusive a de ver o pai e a mãe irritados enquanto se abaixam para pegar uma colher no chão. Essa atitude é uma forma de aprendizado, embora os adultos possam não encarar dessa maneira. Para uma criança pequena, é a chance de entender que objetos desaparecem e reaparecem, enquanto para uma mais velha, pode significar a descoberta de sons diferentes.

    O tilintar agudo da colher caindo no chão é pura informação para ele e vale ressaltá-la, chamando sua atenção para o barulho. E se for o caso de repreendê-lo – porque, convenhamos, você ficará cansado de recolher objetos tantas vezes ao dia –, converse com seu filho e ajude-o a entender que sabe que ele está se divertindo, mas que nem tudo deve ir ao chão. Isso não requer raiva, castigo ou alteração de voz.

    Quando os nervos falam mais alto, os circuitos cerebrais da criança deixam de funcionar adequadamente e ela não aprende mais nada. Para se ter uma ideia, pesquisadores da Universidade de Oregon (EUA) mapearam a atividade cerebral de bebês de 6 a 12 meses cujos pais brigavam frequentemente e verificaram que as áreas ligadas ao estresse reagiam excessivamente ao ouvir vozes exaltadas, interferindo no controle emocional e no aprendizado.